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  • Foto do escritorMarcondes Silva

Mecanismos moleculares que ligam exercícios à prevenção e tratamento do câncer

O exercício consiste em sessões agudas que levam à regulação física (aumento do fluxo sanguíneo, tensão de cisalhamento no leito vascular, aumento da temperatura, ativação simpática) e endócrina (liberação de catecolaminas e hormônios do exercício, secreção de mioquinas) que resulta em aumento da perfusão tumoral , entrega de oxigênio, estresse metabólico intratumoral, dano celular e produção de ERO. Essas mudanças agudas são capazes de viabilizar vias de sinalização que previnem metástases. Adaptações crônicas ao treinamento compreendendo alterações sistêmicas com melhora da função imunológica, redução da inflamação sistêmica e melhora da saúde metabólica, bem como alterações intratumorais na forma de aumento da perfusão sanguínea, perfil imunogênico e infiltração de células imunológicas.

Dessa forma, os resultados desses estudos (Hojman et al, 2018) mostram que o treinamento físico de longo prazo pode reduzir os níveis sistêmicos de PCR, TNF-a, IL-6 e outros fatores pró-inflamatórios.




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